Diversidade e Direitos Humanos
Diversidade e Direitos Humanos
PROJETO DE LEI Nº 322/2007
EMENTA:
ESTABELECE O PROGRAMA PARA ASSENTAMENTO E REMANEJAMENTO DE DETENTOS E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS
Autor(es): Deputado RENATA DO POSTO
A ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
RESOLVE:
Art. 1º - Fica estabelecido o Programa de Assentamento e Remanejamento de Detentos no Estado do Rio de Janeiro, para detentos cuja pena não ultrapasse a 06 (seis) anos de detenção.
Justificativa:
Este projeto tem por finalidade dar maior condição à recuperação dos detentos, pois, atualmente eles são reunidos sem distinção de origem, ficam distantes de sua terra natal, onde podem receber mais cuidados e atenção de familiares e amigos, estando também afastados de outros detentos ligados a crimes muitas vezes piores do que os seus, evitando assim a brutalização e a “escola” do crime. Seria muito melhor se o detento fosse cuidado em uma casa de detenção por alguém que ele conhece, poderia assim refletir melhor e ter um exemplo de vida, pois, tudo à volta dele seria comum a ele, portanto a recuperação e a re-socialização, que são as finalidades maiores da detenção, teria realmente um ganho de qualidade que refletiria na melhora da qualidade de vida e segurança do detento e de nossa população. Diante do exposto, solicito a reflexão e a aprovação do presente projeto de lei.
PROJETO DE LEI Nº 331/2007
EMENTA:
DISPÕE SOBRE A INCLUSÃO DE INFORMAÇÕES E PROCEDIMENTOS NOS BOLETINS DE OCORRÊNCIA DE ACIDENTES DE TRÂNSITO COM VÍTIMAS, PARA O RECEBIMENTO DE INDENIZAÇÃO, PREVISTA EM LEI, PAGA PELO SEGURO OBRIGATÓRIO.
Autor(es): Deputado GILBERTO PALMARES
A ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
RESOLVE:
Justificativa:
O presente Projeto de Lei dispõe sobre a inclusão de informações e procedimentos no Boletim de Ocorrência de acidentes de trânsito com vítimas, para recebimento de indenização securitária, prevista na Lei nº 6194/1974.
O DPVAT é um seguro que indeniza por morte, invalidez permanente e reembolsa despesas médico-hospitalares a todas as vítimas, seja passageiro ou pedestre, de acidentes de trânsito causados por veículos automotores de via terrestre ou por sua carga.
É importante dizer que o pagamento deste seguro é obrigatório, garantindo-se, portanto, aos vitimados de acidentes com veículos o recebimento de indenizações, ainda que os responsáveis pelos acidentes não arquem com essa responsabilidade.
Cabe ressaltar que grande parte das vítimas de acidentes de trânsito desconhece seus direitos, quanto ao recebimento da referida indenização, razão pela qual na função de Representante do povo fluminense, entendo que com mais instrumentos de divulgação e esclarecimento deste benefício, estamos indo de encontro aos anseios da população que tanto carece de informações, o que no século XXI é inadmissível.
Neste sentido, apresento a proposição ora em tela para a devida apreciação desta Casa de Leis.
PROJETO DE LEI Nº 352/2007
EMENTA:
INSTITUI O DIA 07 DE SETEMBRO COMO O DIA DA PRIMEIRA IGREJA BATISTA EM INHAÚMA.
Autor(es): Deputado ANTONIO PEDREGAL
A ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
RESOLVE:
Art. 1º - Fica instituído o dia 07 de setembro como o Dia da Primeira Igreja Batista em Inhaúma.
Art. 2º - Esta lei entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.
Plenário Barbosa Lima Sobrinho, 18 de abril de 2007
Deputado Antonio Pedregal
Justificativa:
Este Projeto de Lei tem por finalidade referenciar a importância da Primeira Igreja Batista em Inhaúma, fundada em 7 de setembro de 1933, na Rua Castro Lopes, 46-B. O objetivo na verdade é conscientizar a população sobre as obras de Deus, reconhecendo o mérito e o esforço dos dirigentes e membros dessa Igreja que aglutina quase dois mil fiéis, em 26 mil metros quadrados.
Esta missão é a de propagar o evangelho, falar da criação dos céus e da terra e de tudo o que neles há.
“Antes que eu te formasse no ventre materno, eu te conheci, e, antes que saísses da madre, te consagrei, e te constituí profeta às nações”. Jeremias 1:5
Como justificativa a esta iniciativa, reproduzo a seguir a introdução da Bíblia Sagrada, edição histórica, publicada em comemoração aos 72 anos da instituição.
HISTÓRIA DA IGREJA
A Primeira Igreja Batista em Inhaúma foi fundada em 7 de setembro de 1933, na Rua Castro Lopes, 46 B, no referido bairro, sob o título de Igreja Batista em Inhaúma. Contudo, o início da sua história antecede ao próprio momento de sua organização.
Os irmãos-fundadores da nova instituição passaram por muitas lutas para consolidarem a Igreja no bairro de Inhaúma.
Em dezembro de 1932 o Diácono Silvino Carlos dos Santos e mais 17 irmãos, alguns deles originários da Igreja Batista de Pilares, organizaram a Congregação Batista Independente de Inhaúma. Em um curto espaço de tempo, o trabalho da incipiente organização foi ampliado, levando o grupo a formar a Igreja Batista Independente de Inhaúma, cujo pastorado foi entregue ao acima citado diácono, que nele permaneceu até maio de 1933, quando foi eleito o Pastor Professor Walfrido Monteiro. Naquele mesmo ano, a referida Igreja foi incorporada à Igreja Batista em Tauá, sob a forma de uma Congregação totalmente integrada ao seio da denominação batista.
A ORGANIZAÇÃO DA IGREJA
Finalmente, em setembro daquele ano foi organizada a atual Primeira Igreja Batista em Inhaúma (PIBI), 25ª Igreja Batista criada no Distrito Federal. Nos anais da organização consta a presença de 58 membros fundadores, sendo 39 oriundos da Igreja Batista em Tauá e os demais da Igreja Batista do Méier, da Igreja Batista da Tijuca, da Igreja Batista do Engenho Novo, da Igreja Batista em São João de Meriti e da Igreja Batista em Campo Grande.
Na ocasião da formação da nova Igreja, participaram do Concílio organizador, personagens eminentes do meio batista da época, a seguir: Ver. Dr. José de Souza Marques (presidente); Diácono Teodoro R. Teixeira (secretário); Pr. Dr. Ricardo J. Inke (sermão exortativo); Pr. Prof. Carlos Rodrigues da Silva (Entrega da Bíblia); Pr. Florentino R. da Silva (Oração Consagratória); Pr. Dr. Francisco F. Soren .
A primeira Diretoria da nascente Igreja teve a seguinte composição:
Presidente: Ver. Dr. Walfrido Monteiro; 1º Secretário: Mayron Vieira Montenegro; 2ºSecretário: Christiano Pavão; Tesoureiro: Francisco Mendonça; Tesoureiro do Templo: Ayres de Araújo; Porteiros: Cícero Mendonça e Francisco Lyra; Zelador: Felipe Maria Magalhães.
Com este ato, foi firmado o início da história da PIBI com o compromisso de levar o evangelho do Senhor Jesus Cristo a todo ser humano da face da terra, em especial, aos moradores do bairro de Inhaúma e suas circunvizinhanças.
AS GRANDES FASES DA IGREJA:
A IGREJA, OS PASTORES E A MEMBRESIA
A gestão do Pastor Walfrido Monteiro foi a mais longa (1933-1978) dos 70 anos de história da PIB em Inhaúma, perfazendo um total de 45 anos de pastorado. A marca de seu ministério tem se mostrado, até o dia de hoje, extremamente duradoura, na medida em que foi o obreiro que lançou, inspirado pelo Espírito Santo, os alicerces de nossa organização.
O Pastor Walfrido Monteiro, juntamente com outros irmãos, entre eles; homens, mulheres, idosos, jovens e crianças foram pioneiros não apenas por serem os primeiros, mas também porque viveram em uma época em que a perseguição ao evangelho era uma regra, originada, sobretudo, pelo preconceito e pela intolerância religiosa. Tais irmãos foram verdadeiras bênçãos nas mãos de Deus na expansão do evangelho em nosso bairro e adjacências. Na verdade, a chegada da Primeira Igreja batista em Inhaúma impactou a região nos mais variados campos da ação humana e social. Um dos marcos foi a construção do atual templo. Tal obra foi iniciada em 1947 e sua inauguração ocorreu em 1973, coroando, assim, o local de adoração a Deus onde podemos proclamar que Jesus Cristo é o Salvador de nossas vidas. O Pastor Walfrido Monteiro teve um relevante papel na organização de várias Igrejas, além de possuir uma profunda formação educacional, pois era também professor, no Colégio Batista e no Seminário Batista do Sul do Brasil e Reitor do Colégio Souza Marques. Em 1978, o Pastor Walfrido Monteiro tornou-se Pastor Emérito da Igreja que ajudou a fundar.
Em 1980 o Pastor Eraldo Coelho Bernardo assumiu, por meio do tradicional processo eleitoral, a liderança espiritual da PIB em Inhaúma. Sua gestão perdurou até dezembro de 1984. O obreiro deu continuidade a expansão do evangelho em nossa área, bem como assegurou a continuidade administrativa e a ampliação do patrimônio da Igreja (compra do terreno onde temos o nosso estacionamento). Pr. Eraldo foi um apaixonado por evangelismo, marcando uma época de crescimento para nossa igreja.
Com a saída do Pastor Eraldo Coelho Bernardo, a Igreja foi dirigida, ao longo de 9 meses, pelo Vice-Moderador, Diácono Ary Pecly Ribeiro, juntamente com o ministério diaconal e pelas demais lideranças da Igreja demonstrando, assim, um significativo aprimoramento espiritual da membresia e do corpo dirigente da nossa organização.
Em setembro de 1995, o então jovem Pastor Carlos César Peff Novaes assumiu a direção da Igreja, dando continuidade à missão de expandir o evangelho de Cristo em nossa localidade. A sua gestão enfatizou a educação religiosa e musical, reconhecendo-a como um dos elementos essenciais na santificação dos crentes.
Em 1994 o Pastor Walmir Vieira, depois de um período de um anos de interinato (1993), assumiu o pastoreio de nossa Igreja. Sua gestão foi totalmente envolvida com a expansão do evangelho em nosso bairro, também dando continuidade à educação religiosa dos membros de nossa Igreja. Seu perfil foi o de um administrador total, iniciando, entre outros trabalhos, o processo de informatização da Igreja.
Em 13 de novembro de 1999 o Pastor Alexandre Macedo de Oliveira assumiu a liderança espiritual da Igreja com uma forte tendência evangelística. A sua formação teológica é pelo Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil, sendo mestre em teologia pelo Seminário Luther Rice (EUA), formado em Direito pela Universidade Augusto Motta cursando curso de Psicologia. É casado com a irmã Rita de Cássia, formada em Terapia Ocupacional. O casal tem três filhos, chamados Mariana, Maria Clara e Davi.
O ministério do Pastor Alexandre Macedo tem sido marcado pelo imenso desejo de ganhar almas para Jesus e firmado no propósito de uma igreja fundamentada na unidade em Cristo. No âmbito organizacional, teve início a implantação de uma nova visão eclesiológica, o Processo de Multiplicação de Discípulos, finalizando, assim, o modelo de gestão baseado em departamentos.
Após 73 anos de sua inauguração, temos a convicção de que uma Igreja que deseja estar antenada com o seu tempo e com o futuro do evangelho na humanidade deve ser igualmente cônscia de seu passado. Os pastores que passaram pela nossa Igreja construíram cada um ao seu modo, a história do evangelho em nossa localidade. Louvamos pela vida dos pastores que dirigiram a nossa Igreja e também pela vida dos irmãos, muitos deles não mais entre nós, que lançaram as bases da nossa Igreja.
Hoje somos uma família com mais de 1500 membros e temos uma grande obra, liderada pelo Pastor Alexandre Macedo e seus fiéis pastores: Pr. Amós Ornellas, Pr. Mayton Ferreira, Pra. Marilene Macieira, Pr. Agenor Ribeiro e Pr. Salatiel Hermely.
Temos uma liderança que anda em aliança com seus pastores e um rebanho de vidas que são apaixonadas por almas. Nossa oração tem sido no sentido de que possamos ganhar o bairro de Inhaúma, a cidade do Rio de Janeiro, o Estado do Rio de Janeiro e o nosso país. Somos e seremos uma igreja de multidões. Pedimos a Deus para que possamos dar continuidade a tal projeto com equilíbrio, maturidade e, sobretudo, ligados Nele.
A nossa igreja sempre demonstrou ao longo dos seus 73 anos um profundo amadurecimento espiritual no encaminhamento da obra do Senhor em nossa localidade. Clamamos a Deus para que possamos estar cada vez mais capacitados no propósito de levar o evangelho para toda criatura por meio de uma conduta de vida cada vez mais orientada pelo Espírito Santo.
Temos hoje o grande desafio de comprar um espaço maior para abrigar a grande quantidade de vidas que Deus nos tem dado. Um templo que honre ainda mais o nosso Deus.
A igreja conta conosco neste desafio de conquista! A terra já nos foi dada por isso é hora de nos tornarmos conquistadores de territórios.
Nestes 73 anos, nossa Igreja tem assumido o papel de ser um lugar de transformação de vidas, pois temos caminhado em unidade. E com toda certeza podemos declarar que a Primeira Igreja Batista em Inhaúma tem nos seus 73 anos conquistado territórios para glória de Deus.
CONHECENDO A PRIMEIRA IGREJA BATISTA EM INHAÚMA HOJE...
MISSÃO:
A Igreja que caminha em unidade para transformar vidas
VISÃO:
Queremos ser uma igreja contextualizada com o tempo, espiritual e alegre nas suas celebrações, rica no ensino bíblico, que evidencia o uso dos dons espirituais investindo no crescimento e nos relacionamentos entre os servos, com profundo interesse em alcançar as pessoas para Cristo.
Hoje somos uma comunidade que conta com 1.500 membros batizados (até setembro de 2005) . Temos 06 obreiros no colegiado pastoral, 02 ministros que coordenam o trabalho de mais de 600 voluntários envolvidos em cerca de 20 ministérios e 17 funcionários em tempo integral. Somos responsáveis por 2 congregações no Rio de Janeiro, 1 em Barra Mansa, cooperamos com 2 missionários, e mantemos cooperação com 3 trabalhos Batistas no Brasil.
Somos uma igreja saudável, equilibrada, sólida em seu referencial doutrinário e histórico. Integrada à denominação, ela é viva e vibrante, voltada para alcançar as pessoas com um evangelismo forte, presente, contextualizado, ousado e agregador.
O MANUAL DA PRIMEIRA IGREJA BATISTA EM INHAÚMA
Através dele você poderá saber mais sobre nossa igreja, acompanhar melhor as mudanças que estão acontecendo e usá-lo como um instrumento em seu trabalho na igreja.
A Primeira Igreja Batista em Inhaúma tem um sólido referencial histórico, é uma igreja bíblica, alegre, contextualizada na sua liturgia, transparente em suas ações e que visa ganhar pessoas para Jesus através dos grupos de crescimento e envolvê-las no Processo de Multiplicação de Discípulos.
A nossa igreja firma-se como uma nova igreja, cheia de sonhos e planos, viva, crescente e contextualizada com sua comunidade e seu tempo.
Em matéria de doutrina nada mudou nestes 73 anos, mas no alvo de alcançar pessoas. Encontramos um novo caminho, uma nova visão vinda do Senhor. De forma resumida vamos revisa-la:
NOSSA ABORDAGEM
De uma igreja dirigida por programas para uma igreja formada por Grupos de Crescimentos e Redes Ministeriais,
NOSSO ESTILO DE ADORAÇÃO
De uma igreja com liturgia tradicional para uma igreja com liturgia contemporânea,
NOSSO ALVO
De uma igreja que trabalhava para alcançar os seus para uma igreja que vive para ganhar, consolidar, discipular e enviar. Seremos uma igreja de multidões. A nossa meta é: cada crente um ministro, cada casa uma igreja.
NOSSA LIDERANÇA
De uma igreja liderada por cargos e comissões, para uma igreja liderada por ministérios,
NOSSOS PASTORES
De uma igreja liderada por um pastor, para uma igreja liderada por um colegiado pastoral.
NOSSA METODOLOGIA
De uma igreja que o pastor exercia todo ministério, para uma igreja onde os pastores e líderes estão treinando e capacitando os membros para ganhar, consolidar, discipular e enviar. Vamos investir tudo no Processo de multiplicação de discípulos nos próximos 3 anos para implantação com êxito.
Esta é a nossa igreja, uma nova igreja que surge para ser modelo e referencial para nossa denominação.
MINISTÉRIO PASTORAL
O Colegiado Ministerial é responsável pela direção e orientação da igreja e atualmente está composto por seis pastores e uma pastora.
O líder do colegiado é o pastor presidente da igreja Pr. Alexandre Macedo de Oliveira. A ele cabe receber e concentrar a atenção da liderança na visão recebida de Deus para o ministério, manter o curso dos trabalhos dentro da visão e levantar os recursos necessários para alcança-la.
Cada um dos demais ministros tem sob sua responsabilidade diversos ministérios dentro de sua área de atuação. A eles cabe receber implementar as decisões tomadas em conjunto, bem como viabilizar as orientações dadas pelo líder do Colegiado.
ADMINISTRAÇÃO
A administração da Igreja é de responsabilidade do seu presidente. Por força estatutária a presidência da igreja é sempre exercida pelo seu pastor presidente.
Em sua função administrativa, o presidente é auxiliado pelo Assessor da Presidência Dc. Ary Pecli Ribeiro e pelo Dc. Daniel Almeida Gomes (representando o ministério Omega).
A igreja conta, ainda, com um Conselho Fiscal através do ministério Omega, ao qual compete: examinar os livros de escrituração da entidade; examinar o balancete mensal apresentado pelo Tesoureiro, opinando a respeito; apreciar os balanços e inventários que acompanham o relatório anual da Diretoria e opinar sobre a aquisição ou alienação de bens.
FILIAÇÃO DENOMINACIONAL
Somos uma Igreja Batista que zela por sua independência, mas que ao mesmo tempo identifica-se por laços históricos, teológicos e fraternais com a Denominação Batista. Somos filiados a diversas organizações denominacionais, abaixo identificadas, com as quais mantemos laços de fraternidade e cooperação, sem nunca abrir mão de nossa autonomia.
ABS- ASSOCIAÇÃO BATISTA SUBURBANA
CBC – CONVENÇÃO BATISTA CARIOCA
CBB – CONVENÇÃO BATISTA BRASILEIRA
ALIANÇA BATISTA MUNDIAL
CONHEÇA MELHOR A NOSSA
HISTÓRIA COMO BATISTAS
Sinta-se bem vindo à nossa igreja, seja bem vindo entre os batistas. O objetivo deste texto é que você conheça melhor nossa denominação, um pouco de nossa origem, história e doutrinas distintivas.
Logo de início é bom que fique claro que nós os batistas não somos daqueles que crêem que somos apenas nós os eleitos por Deus para a salvação, pois “de todas as tribos, povos e raças, muitos virão te adorar” (Ap. 7:9-10); isto inclui também muitas denominações – o Reino de Deus não se restringirá a uma denominação cristã, ele é para os fiéis.
ORIGEM DOS BATISTAS
Há pelo menos três correntes, mas a mais aceita é a de que os Batistas tiveram origem no século XVIII, entre os ingleses.
Na segunda metade do século XVI, pequenos grupos de puritanos tornaram-se impacientes em relação à reforma dentro da Igreja Anglicana. Finalmente romperam com a Igreja oficial da Inglaterra, tornando-se conhecidos como separatistas. Aqueles entre eles que acreditavam no batismo só de crentes tornaram-se os pioneiros do que, finalmente, veio a tornar-se uma denominação separada, com o nome de batistas.
Esses puritanos também defendiam a forma de governo eclesiástico democrático, um outro típico princípio batista.
Um grupo de refugiados ingleses que foram para a Holanda em busca da liberdade religiosa em 1608, liderados por John Smyth, um clérigo e Thomas Helwys, um advogado, organizaram em Amsterdã, em 1609 uma igreja de doutrina batista.
John Smyth discordava da política e doutrina da Igreja Anglicana e examinando a Bíblia, creu na necessidade de batizar-se por imersão, o que fez e em seguida batizou os demais fundadores da igreja, constituindo-se assim a primeira igreja organizada.
Depois da morte de John Smyth e da decisão de Thomas Helwys e seus seguidores de regressarem para a Inglaterra, a igreja organizada na Holanda desfez-se e parte dos seus membros uniram-se aos Menonitas. Thomas Helwys organizou a Igreja Batista em Spitalfields, nos arredores de Londres, em 1612. A perseguição aos batistas e a outros dissidentes ingleses, fez\ com que muitos imigrassem.
Nos Estados Unidos a Igreja Batista nasceu através de Roger Eilliams, que organizou a Primeira Igreja Batista de Providence em 1639, na colônia que ele fundou com o nome de Rhode Island, e John Clark que organizou a Igreja Batista de Newport, também em Rhode Island em 1648. Em terras americanas os batistas cresceram principalmente no Sul onde hoje sua principal denominação, a Convenção Batista Sulista, conta com quase 15 milhões de membros.
OS BATISTAS NO BRASIL
Em 1860 Thomas Bowen, missionário enviado ao Brasil pela Junta de Richmond, associação de igrejas batistas do Sul dos Estados Uniddos, aportou na cidade do Rio de Janeiro. Porém foi impedido pelas autoridades de propagar a doutrina Batista no Brasil e Bowen acabou ficando no Brasil por apenas nove meses.
Com a Guerra de Secessão (1859-1865), entre os estados do Norte e do Sul dos EUA, milhares de imigrantes sulistas americanos vieram para o Brasil, estabelecendo principalmente em Santa Bárbara D’Oeste, Piracicaba e Americana, no interior paulista. Em 1882 foi organizada a Primeira Igreja Batista de Salvador, com objetivo de evangelizar os brasileiros, pelos casais de missionários batistas norte-americanos, William Buck Bagby e Anne Luther Bagby; Zacharias Clay Taylor, Kate Stevens Crawford Taylor, e auxiliados pelo ex-padre Antonio Teixeira de Albuquerque, batizado em Santa Bárbara D’Oeste.
Os casais de missionários norte americanos recém chegados ao Brasil – William Buck Bagby e Anne Luther Bagby – os pioneiros e – Zacharias C. Taylor e Kate S. Crawford Taylor auxiliados pelo ex-padre Antonio Teixeira de Albuquerque, batizado em Santa Bárbara do Oeste, decidiram iniciar sua missão em Salvador/BA, então com 250.000 habitantes. A igreja foi organizada em 15 de outubro de 1882.
Em 1907 foi organizada a Convenção Batista Brasileira e muitas entidades da CBB como Junta de Missões Mundiais e Junta de Missões Nacionais e seminários.
Hoje somos 1 milhão de membros em 6.000 igrejas e 4.000 congregações, com 7.000 pastores e 9.000 seminaristas – para a glória de Deus – em 30 convenções estaduais/regionais filiadas à CBB.
ALGUNS PRINCÍPIOS DISTINTIVOS
DE FÉ DOS BATISTAS
Autoridade da Bíblia como única regra de fé e prática (conduta). Os batistas crêem na inspiração total das Escrituras e na sua inerrância e não reconhecem nenhuma outra literatura paralela às Escrituras.
Separação entre a Igreja e o Estado – dentro deste princípio está a liberdade religiosa.
A Igreja como uma comunidade local democrática e autônoma, formada de pessoas regeneradas e biblicamente batizadas, tendo Cristo como o Cabeça.
A absoluta liberdade de consciência dos membros.
O Sacerdócio Universal dos Salvos, a responsabilidade individual diante de Deus.
As Ordenanças: O Batismo e a Ceia do Senhor são as duas ordenanças da igreja estabelecidas pelo próprio Senhor Jesus Cristo no Novo Testamento, sendo ambas de natureza simbólica. (Mt 3.5-6, 13-17; 16:26-30; Jô. 3.22-23; 4:1-2; I Co.11:20, 23-30) Elas não são sacramentos (não conferem graça ou poder por si mesmas).
Não batizamos bebês.
Os batistas entendem que uma igreja justifica sua existência pelas seguintes atividades: Evangelização e Missões, Ensino Cristão, Adoração Pública, Assistência Social. Em especial missões tem sido a maior tônica dos batistas há quase 4 séculos.
Somos uma igreja batista histórica com uma visão atual e uma liturgia voltada para adorar a Deus e levar pessoas descrentes a presença de Deus.
NOSSAS DECLARAÇÕES
A razão de nossa existência:
As razões que a Primeira Igreja Batista em Inhaúma existe estão baseadas em duas grandes passagens das Escrituras. Acreditamos que um grande compromisso para o grande mandamento e a grande comissão fará uma grande igreja.
Nós resumimos numa sentença o que está escrito nestas duas passagens da Bíblia: Mateus 22;36-40, O Grande Mandamento: “Respondeu-lhes Jesus: Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda tua alma, e de todo o teu entendimento. Este é o grande e primeiro mandamento. O segundo, semelhante a este, é:amarás ao teu próximo como a ti mesmo. Destes dois mandamentos dependem toda lei e os profetas.” E a Grande Comissão: “Jesus aproximando-se, falou-lhes, dizendo: Toda a autoridade me foi dada no céu e na terra. Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo; ensinando-os a guardar todas as cousas que vos tenho ordenado. E Eis que estou convosco todos os dias até a consumação do século”. (Mateus 28:18,19).
Primeiro – o Grande Mandamento – amarmos a Deus sobre todas as coisas – isto é adoração. Também amar o próximo como a si mesmo – isto é
Ministério.
Sobre a Grande Comissão – vá e faça discípulos – evangelismo; Batizando – integrar a comunhão ; Ensinando todas as coisas – discipulado.
Nós existimos por 4 razões.
1 – Para celebrar a presença de Deus. Este é o propósito número 1 da nossa Igreja, celebramos a presença de Deus na adoração.
2 – Para comunicar a Palavra de Deus pelo evangelismo.
3 – Existimos para educar o povo de Deus que é o discipulado.
4 – Existimos para incorporar as pessoas na família de Deus que é a comunhão.
1ª razão Existimos para celebrar a presença de Deus (adoração).
Esta é a prioridade número 1 da nossa igreja porque é a prioridade número 1 de nossas vidas. Não fomos criados para termos sucesso no trabalho ou na profissão ou cultivar lindos jardins ou para fabulosos hobbies. Fomos criados para termos um relacionamento com Deus. Fomos criados para termos comunhão com Ele. Se fomos criados para isto, este é o propósito número 1 de nossas vidas. Este é o propósito número 1 da nossa igreja.
Adorar é expressar meu amor a Deus. Mateus 4:1 diz, “ao Senhor teu Deus adorará e só a ele servirás.” Muitos cristãos têm verdadeiro desejo de servir a Deus, real entusiasmo, mas no processo esquecem de adorar a Deus primeiro.
Iniciamos com a adoração porque por isto existimos. “O Pai procura adoradores que o adorem em espírito e em verdade”.
Nossa forma de adoração como igreja?
Cremos que há vários estilos de adoração e igrejas. Nós estamos mais “no meio do caminho”. Nós saltamos um bocado. Nos cultos de domingo dançamos, fazemos gestos. Somos muito entusiasmados em nossos cultos.
Mas também mantemos a organização e a ordem. Nosso estilo é “no meio”. Mais somos extravagantes em expressar nosso amor a Jesus. Nosso culto é para agrada-lo e não a homens.
Há várias maneiras de expressar adoração a Deus: cantando, orando, louvando, lendo a Palavra, ofertando, batizando, Ceia do Senhor, obedecendo, amando ao próximo, servindo... São várias maneiras, de acordo com as Escrituras, que você pode demonstrar amor a Deus e celebrar a Sua presença em sua vida.
Usamos três palavras para caracterizar as grandes celebrações que realizamos:
1.1) Celebração – SL 122:1 Davi diz, “me alegrei quando me disseram vamos à Casa do Senhor”. Não triste mas alegre! Uma das distinções da nossa igreja é que as pessoas gostam de estar aqui. Cantam, celebram, se alegram. Nossa filosofia é celebração quando nos reunimos para adorar ao Senhor. Não um funeral. Queremos um culto que agrade o coração de Deus acima de tudo!
1.2) Inspiração – Is 40:1, “Os que esperam no Senhor renovam suas forças”. Planejamos nosso culto para que quando você vier cansado, exausto, você seja capaz de sair se sentindo melhor. Os cultos são planejados para inspira-lo, para elevar seu espírito.
1.3) Preparação Ef 4:11 é um versículo pivô sobre a igreja. Ele diz que os pastores são para preparar o povo de Deus para o trabalho do ministério. Nossas mensagens são intencionalmente feitas para que você possa aplica-las em sua vida no dia seguinte. Queremos que você ouça a mensagem e possa se preparar para aplicar algo em sua vida.
Você virá para celebrar, você será inspirado, e você será preparado na Primeira Batista em Inhaúma, para enfrentar a semana.
2ª Razão: Existimos para comunicar a palavra de Deus (Ganhar).
Esta é a definição de evangelismo – compartilhar as boas novas. Efésios 3:10 “para que, pela igreja, a multiforme sabedoria de Deus se torne conhecida”. Em outras palavras, o propósito da igreja é falar sobre Deus , falar sobre as incríveis coisas que Ele fez e a incrível pessoa que Ele é, fazer conhecido sua sabedoria para outras pessoas. Este é o nosso propósito..
Este também é um dos nossos propósitos, contar as boas novas de Jesus Cristo. Fazemos isso nos grup0s de crescimento, individualmente, nas celebrações. Evangelizar é um estilo de vida.
Isto tem haver com o crescimento da igreja. Nossa igreja já alcançou muitas pessoas para Jesus e temos crescido sem parar em todos os sentidos. Em nossa igreja local e na abertura de outros campos missionários que dão origem a novas igrejas. Eu quero dar algumas razões porque esta igreja não para de crescer.
2.1) Porque entendemos claramente Deus ama as pessoas. Esta é a mais importante das razões. Deus ama as pessoas. Ele é um modelo. Se Ele ama as pessoas, nós amamos porque Ele ama. 2 Pe 3:9 “Ele (Deus) é longânimo para convosco, não querendo que nenhum pereça, senão que todos cheguem ao arrependimento. “ O fato é que nós acreditamos que cada simples pessoa no mundo precisa de Jesus Cristo.
Cada pessoa precisa ter um relacionamento com Ele. Senão irão passar a eternidade no inferno. Sentimos a responsabilidade para contar-lhes sobre Jesus Cristo. Porque Ele as ama, nós amamos também, então nunca paramos de crescer.
2.2) Porque Deus nos mandou alcançar. Ele disse para nós alcançarmos e contarmos as pessoas sobre Ele. Lucas 14:23, Jesus conta, “sai pelos caminhos e atalhos e obriga a todos a entrar, para que fique cheia minha casa.” Porque Deus ama as pessoas nós as alcançaremos, porque Ele mandou, nós as alcançaremos.
2.3) Porque crescer é a vontade de Deus.
Ele quer que as igrejas cresçam. Colossenses 2:19 “ e não retendo a Cabeça, da qual todo o corpo, suprido e bem vinculado por suas juntas e ligamentos, cresce o crescimento que procede de Deus”. Está muito claro, muito simples, Deus diz que Ele quer Sua igreja cresça.
Existem muitos mitos (crenças populares mentirosas) sobre que talvez não precisamos crescer. Que “Deus não se interessa por números” ou “nossa igreja quer qualidade buscando quantidade, podemos equilibrar as duas coisas. E há um estudo que uma pessoa não consegue ter uma amizade com mais de 70 pessoas numa igreja,então não importa se ele está numa igreja com duzentos ou sete mil.
3ª razão: Existimos para disciplinar o povo de Deus.
Discipulado é o meio de ajudarmos os cristãos a crescerem espiritualmente . A Bíblica diz que a maturidade é nos tornarmos como Jesus Cristo. 2 Pe 3: 18 “crescei na graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.”
Um dos objetivos em nossa igreja é levar o máximo de pessoas a maturidade espiritual. Temos também o acompanhamento nos grupos de crescimento onde as pessoas aprendem também através de um modelo, o seu discipulador.
4ª Razão: Existimos para incorporar as pessoas na família de Deus.
Na grande comissão há três verbos no gerúndio: indo, batizando, ensinando.
Cada um deles é parte do mandamento de “fazer discípulos”. Indo, batizando, ensinando, são elementos essenciais no processo de se fazer discípulos.
Como crentes, somos chamados também para participar e não apenas acreditar. Não fomos feitos para viver como cavaleiros solitários; ao contrário, somos feitos para pertencer à família de Cristo e ser membros de seu corpo. Batismo não é somente um símbolo de salvação, é um símbolo de comunhão. Não significa somente uma nova vida com Cristo, é a visualização da integração de uma pessoa dentro do corpo de Cristo. Ele diz ao mundo, “essa pessoa, de agora em diante, é um de nós!”
8 PONTOS ESSENCIAIS SOBRE O QUE CREMOS
1 . SOBRE DEUS
Deus é o Criador e o Arquiteto do universo. Ele existe eternamente em três personalidades: o Pai, o Filho e o Espírito Santo. Estes três são co-iguais e são um só Deus. Gênesis 1:1,26,27; 3:22; Salmos 90:2; Mateus 28:19; Pedro 1:2; 2 Coríntios 13:14
2. SOBRE HOMEM
O homem foi feito a imagem espiritual de Deus, em santidade e com livre arbítrio.
Ele é o objeto supremo da criação de Deus. Embora o homem tendo tremendo potencial para o bem, ele foi arruinado por uma atitude de desobediência para com Deus o qual chamou de pecado. Esta atitude separou o homem de Deus – foi a queda do homem. Gênesis 1:27; Salmos 8:3-6; Isaias 53:6a; Romanos 3:23; Isaias 59:1,2
3. SOBRE A ETERNIDADE
O homem foi criado para sempre existir. Ele, ou existirá eternamente separado de Deus através de pecado, ou em união com Deus pelo perdão e salvação. Ser separado eternamente de Deus é o Inferno . Estar eternamente em união com Ele é vida eterna. Céu e Inferno são lugares de existência eterna. João 3:16; João 2:25; João 5:11-13; Romanos 6:23; Apocalipse 20:15; 1 João 5:11-12; Mateus 25:31-46.
4. SOBRE JESUS CRISTO
Jesus Cristo é o Filho de Deus. Ele é co-igual com o Pai. Jesus viveu uma vida humana sem pecado e se ofereceu como o sacrifício perfeito pelos pecados de todos os homens morrendo em uma cruz. Ele ressurgiu dos mortos depois de três dias demonstrando o Seu poder sobre o pecado e a morte. Ele ascendeu à glória do Céu e voltará novamente a terra para reinar como Rei dos reis, e Senhor dos senhores. Mateus 1:22,23; Isaias 9:6; João 1;1-5, 14:10-30; Hebreus 4:14, 15;1 Coríntios 15:3,4; Romanos 1:3,4; Atos 1:9-11; 1 Timóteo 6:14,15; Tito 2:13.
5. SOBRE SALVAÇÃO
Salvação é um presente de Deus para o homem. O homem nunca pode compensar o seu pecado por seu esforço próprio ou boas obras. Só confiando em Jesus Cristo como a oferta de Deus de perdão pode o homem ser livrado da penalidade do pecado. Vida eterna começa no momento em que a pessoa recebe a Jesus Cristo na sua vida pela fé. Romanos 6:23; Efésios 2:8-9; John 14:6, 1:12; Tito 3:5; Gálatas 3:26; Romanos 5:1
6. SOBRE SEGURANÇA ETERNA
Cremos que só são crentes verdadeiros aqueles que de fato nasceram de novo, que é demonstrado na evidência dos frutos santos do arrependimento, da fé em novidade de vida e na perseverarem até o fim; que sua ligação perseverante com Cristo é o grande sinal que os distingue dos que professam somente superficialmente; que a salvação é mantida pela graça e poder de Deus dando segurança ao cristão genuíno. João 3:3.6,7; 10:29; Mateus 3:8-10;2 Coríntios 5:17; Efésios 4:20-24; 2 Timóteo 1:12; Hebreus 7:25; 10:10,14; 1 Pedro 1:3-5.
7. SOBRE O ESPÍRITO SANTO
O Espírito Santo é igual com o Pai e o Filho como Deus. Ele está presente no mundo para alertar os homens sobre a sua necessidade por Jesus Cristo. Ele também vive em todo cristão a partir do momento da salvação. Ele provê ao cristão com poder para viver, entendendo a verdade espiritual, e orientação para fazer o que é certo. O cristão busca viver diariamente debaixo do controle dele. 2 Coríntios 3:17; João 16:7-13, 14:16,17; Atos 1:8;1 Coríntios 2:12, 3:16; Efésios 1:13; Gálatas 5:25; Efésios 5:1
8. SOBRE A BÍBLIA
A Bíblia é a palavra de Deus a todos os homens. Foi escrito por autores humanos, debaixo da orientação sobrenatural do Espírito Santo. É a fonte suprema de verdade para convicções da vida cristã. Porque foi inspirada por Deus, é a verdade sem qualquer mistura de erro. 2 Timóteo 3:16; 2 Pedro 1:20,21; 2 Timóteo 1:13; Salmo 119:105,160, 12:6; Provérbios 30:5
Nos “8 pontos Essenciais” temos as verdades essenciais sobre Deus, sobre Jesus Cristo, sobre o Espírito Santo, sobre a Bíblia, sobre o início da humanidade, sobre salvação, sobre segurança eterna, sobre a eternidade. Estas oito doutrinas, que se você vier à Primeira Igreja Batista em Inhaúma você precisa concordar. Aprofundando temos nossa Declaração de Fé e os Princípios Batistas sobre nossa forma de ser e estilho de vida cristã, que queremos que todos possam conhecer melhor. Mas, existem coisas que acreditamos ser essenciais e precisamos ser unidos no mesmo pensamento e propósito. Na essência temos unidade.
NOSSA DECLARAÇÃO DE VALORES
Nosso Estilo de Vida
São coisas que nós praticamos, porque crenças não importam muito a menos que sejam colocadas em prática. Essas são coisas que cremos e ensinamos fortemente.
1) A Bíblia é a nossa única autoridade
2 Timóteo 3:15 “Toda Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a representação, para a correção, para a educação na justiça.” Temos a melhor forma de resolver o que é certo, a Bíblia é nossa autoridade final . Não a crença, não a declaração da denominação, não o que está na moda. Qual é nossa autoridade final, não somente para nossas vidas, mas para nossa igreja a Bíblia.
A Bíblia. A Palavra de Deus. Podemos confiar como sendo a autoridade para nossas vidas.
2) Autonomia da igreja local
Jesus Cristo é a cabeça da igreja. Não o pastor, não os diáconos. Jesus é a cabeça e nós somos o corpo, trabalhamos juntos. Ele é a fonte de nossas vidas.
Em nossa igreja tomamos as nossas decisões sobre seus assuntos. Nenhuma denominação de fora tem controle sobre o que fazemos em nossa igreja. Esta igreja toma suas decisões sobre todo tipo de coisas. Somos autônomos. Cooperamos com a Convenção Batista Brasileira principalmente em nosso desejo de fazer mais por missões.
3) Sacerdócio de cada crente
1 Pe 2:9 e Apocalipse 1:6 “Aquele (Jesus) que nos ama e pelo seu sangue nos libertou de nossos pecados, e nos constituiu reino, sacerdotes para o seu Deus e Pai... Vós, porém, sois raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus, afim de proclamardes a virtude daquele que vos chamou das trevas para sua maravilhosa luz...”
Você e eu somos todos sacerdotes diante de Deus. Não precisamos que ninguém se coloque entre Deus e nós. Foi Jesus Cristo que morreu e ressuscitou. Você não precisa de outro ser humano para colocar o seu favor diante de Deus. Porque todos nós temos igual acesso diante de Deus.
Todos somos sacerdotes, por isso temos a responsabilidade de contar as pessoas sobre Jesús Cristo, de trabalharmos para Ele. Este é um privilégio que temos.
4) O Dízimo
A palavra aqui é simplesmente dez por cento. Este é o meio financeiro da igreja. Nossas finanças não vêm através de bingo ou rifas ou qualquer outro tipo de coisa.
Nossas finanças vêm através dos membros darem dez por cento do que ganham para a igreja. Esta é uma responsabilidade da pessoa ao tornar-se membro aqui, de dar e sustentar o trabalho da igreja.
5) O Batismo
Colossenses 2:12 “tendo sido sepultados juntamente com ele no batismo”. Se você nunca teve a oportunidade de batizar-se num tanque ou piscina, você terá aqui.
Você demonstra publicamente as pessoas que você acredita que Jesus cristo é seu Senhor e Salvador. O batismo nas águas é um símbolo que você morreu, e ressuscitou para uma nova vida. Batismo é simplesmente um símbolo do que aconteceu dentro de você. É um mandamento e deve ser obedecido.
6) O Viver no Espírito
João 15:5 “Eu (Jesus) sou a videira, vós os ramos. Quem permanece em mim, e eu, nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer.” Esta é uma das coisas que acreditamos profundamente. Ele é a origem da nossa vida, não somente para salvação mas para todo dia. Deus intencionou que você estivesse ligado a ele. Ele é a fonte do poder em nossas vidas.
7) O Contar aos outros sobre Cristo
1 Pedro 3:15 “... estando sempre preparados para responder a todo aquele que vos pedir razão da esperança que há em vós.” Esta é uma responsabilidade e um privilégio de todo crente de contar a alguém. Você não tem que conhecer toda a Bíblia, você não tem que memorizar um testemunho. Tudo o que você precisa para contar as pessoas é, “Isto é o que Deus fez por mim. Conte as pessoas sobre Ele.
8) O Ser discipulado e querer formar discípulos
Jesus investiu a maior parte do seu tempo ministerial na vida de doze homens.
O objetivo era reproduzir seu caráter neles para que pudessem dar continuidade a sua comissão. Ele nos ordenou “fazer discípulos”, por ser o meio mais eficaz de cumprirmos a missão da igreja. Devemos querer ser discipulados, sermos tratados, estarmos debaixo de autoridade, podermos receber cobertura de oração, termos relacionamento e estarmos dispostos a fazer o mesmo por outra pessoa. Evangelizar e discipular são o nosso estilo de vida.
O QUE SIGNIFICA SER MEMBRO?
A diferença entre um freqüentador e o membro pode resumir em uma palavra compromisso. A diferença entre o freqüentador e o membro é como a diferença entre um solteiro e o casado. Se você é solteiro você pode andar por aí sem compromisso a qualquer momento. Ser casado é ter um compromisso duradouro.
Na Primeira Igreja Batista em Inhaúma reconhecemos a necessidade de esclarecermos o que você precisa para ser membro. Nós pedimos a você que se comprometa em nossa igreja por quatro razões.
1. A razão bíblica. Cristo tem compromisso com a igreja e demostrou obedecer este compromisso. A Bíblia diz, “Cristo amou a igreja e por ela deu a vida”. A Bíblia diz que Jesus morreu pela igreja. Ele deu sua vida por ela. Quanto mais você se torna como Cristo mais você vai querer dar a sua vida pela igreja.
2. A razão cultural. Este é um antídoto para nossa sociedade. Vivemos numa era onde poucas pessoas querem estar comprometidas com algo, o trabalho, o casamento, a igreja, o país. Esta atitude tem produzido uma geração de pessoas que pulam de igreja em igreja a cada semana. Compromisso sempre constrói o caráter. Não é uma decisão egoísta. Pessoas que vão da igreja em igreja são egoístas.
3. A razão prática. Define com quem se pode contar. Membresia identifica quem está em nossa família e quem não está.
4. A razão pessoal. Ser um membro produz crescimento espiritual. No Novo Testamento o que ocupa mais espaço é a necessidade do cristão crescer espiritualmente. Você não pode ser responsável caso você não tenha compromisso com alguma igreja local específica.
O que é esperado do membro?
Nós não exigimos dos nossos membros mais do que a Bíblia claramente ensina para qualquer um. Esperamos dos nosso membros o que a Bíblia espera que todo cristão faça. Estas responsabilidades estão descritas no Pacto de Membresia.
Qual o próximo passo depois de me tornar membro?
Continue na sua caminhada para se tornar um discípulo este processo chamamos de Processo de Multiplicação de Discípulos. Você será convidado a participar do Encontro com Deus, depois o Pós Encontro, Escola de Discípulos, grupo de crescimento até que forme o seu próprio grupo de crescimento.
PACTO DE MEMBRESIA
Da Primeira Igreja Batista em Inhaúma
Declaro já ter recebido a Jesus como meu Senhor e Salvador, único e pessoal, fui batizado nas águas como ordena a Palavra de Deus e, estando de acordo com as declarações da Igreja Batista de Inhaúma, sua visão e ministérios, sinto-me liderado pelo Espírito Santo a me unir à família da Igreja Batista de Inhaúma. Fazendo isso, eu me comprometo com Deus e com os outros membros a fazer o seguinte:
1. Eu vou proteger a unidade da minha igreja
Agindo com amor para com os outros membros. Recusando-me a fazer fofoca. Seguindo os líderes.
“Sigamos, pois, as coisas que servem para a paz e para a edificação de uns para com os outros” (Rm 14:19)
“Tendo purificado as vossas almas na obediência à verdade, que leva ao amor fraternal não fingido, amai-vos ardentemente uns aos outros de coração” (1Pe 1:22)
“Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, mas só a que for de boa para promover a edificação, conforme a necessidade, para que beneficie aos que a ouvem” (Ef4:29)
“Obedecei a vossos guias, e submetei-vos a eles. Eles velam por vossas almas, como quem há de prestar contas. Obedecei-lhes para que o façam com alegria e não gemendo, pois isso não vos seria útil” (Hb 13;17)
2. Eu vou compartilhar a responsabilidade da minha igreja
Orando por seu crescimento. Convidando os que não tem igreja para freqüenta-la. Calorosamente dando boas-vindas aos visitantes.
“...à igreja (...) sempre damos graças a Deus por vós todos, fazendo menção de vós em nossas orações” (1 Ts 1:1,2)
“Então disse o senhor ao seu servo: Sai pelos caminhos e valados e força-os a entrar, para que minha casa se encha” (Lc 14:23)
“Portanto, recebi-vos uns aos outros, como também Cristo nos recebeu para glória de Deus” (Rm 15:7)
3. Eu servirei no ministério da minha igreja
Descobrindo meus dons e talentos. Sendo equipado pelos meus pastores para servir. Desenvolvendo um coração de servo.
“Servi uns aos outros conforme o Dom que cada um recebeu, como bons despenseiros da multiforme graça de Deus” (1 Pe 4:10)
“E ele mesmo deu uns para apóstolos, e outros para profetas, e outros para evangelistas, e outros para pastores e doutores, tendo em vista o aperfeiçoamento dos santos para o desempenho do ministério, para edificação do corpo de Cristo” (Ef. 4: 11,12)
“Entre eles todos nós também antes andávamos nos desejos da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos. E éramos por natureza filhos da ira, como também os demais” (Ef 2:3,4)
4. Eu vou apoiar o testemunho de minha igreja
Freqüentando fielmente. Vivendo uma vida cristão. Contribuindo regularmente.
“Não deixando de congregar-nos, como é de costume de alguns, mas admoestemo-nos uns aos outros, e tanto mais quando vedes que se vai aproximando aquele dia” (Hb 10:25).
“O que é mais importante, deveis portar-vos dignamente conforme o evangelho de Cristo. Então, quer vá e vos veja, quer esteja ausente, ouça acerca de vós que estais firme em um mesmo espírito, combatendo juntamente com o mesmo ânimo pela fé do evangelho” (Fp 1:27)
“No primeiro dia da semana cada um de vós ponha de parte o que puder ajuntar, conforme a sua prosperidade, para que não se façam as coletas quando eu chegar” (1 Co 16:2)
“Todos os dízimos do campo, da semente do campo, do fruto das árvores, são do Senhor, são santos ao Senhor” (Lv. 27:30)
“Queremos que o Senhor nos molde cada dia pelo Espírito Santo”
PROCESSO DE GANHAR, CONSOLIDAR, DISCIPULAR E ENVIAR
MULTIPLICAÇÃO DE DISCÍPULOS
1. INTRODUÇÃO
Nos últimos anos pudemos observar a busca desenfreada de líderes de igrejas atrás de uma fórmula que pudesse conduzir a igreja a um êxito total. Em resposta a essa procura foram criados alguns pacotes onde a promessa era que se eles fossem implantados na íntegra, todos os problemas acabariam. A principal recomendação era que ele deveria ser absorvido por toda a igreja. Resultado: divisão. Não era levada em consideração a realidade de cada igreja e o foco principal sempre foi o êxito da igreja.
O PROCESSO DE MULTIPLICAÇÃO DE DISCÍPULO
Surge como uma alternativa. Ele é um somatório de vários processos, porém possuem duas diferenças, que são: seu objetivo não é o êxito da igreja e sim multiplicar discípulos tratados, curados, libertos e saudáveis, enquanto todos os pacotes buscam uma igreja coesa, bem estruturada, com foco, visão e objetivo, o PMD foca o indivíduo e a sua potencialidade de gerar multidões; a outra diferença é que ele não é uma pacote fechado, existem etapas que são necessárias serem cumpridas, porém é adaptável a qualquer realidade.
Trata-se de um processo testado e aprovado pela Primeira Igreja Batista em Inhaúma. Esta dinâmica já acontecia naturalmente no seio da igreja, quando percebemos que poderia se tornar um processo totalmente equilibrado, biblicamente embasado, interdenominacional, e adaptável a qualquer realidade desde que haja o interesse do Pastor e da liderança da igreja.
O mais fascinante do processo é que ele é todo direcionado para as pessoas novas convertidas. Enquanto outros processos estão direcionados para membros ativos e insatisfeitos com a realidade improdutiva da igreja.
Não temos a presunção de afirmar que trata-se de uma visão dada por Deus, cuja qual é a única que funcionará nas igrejas locais. Não queremos ser mal interpretados com idéias de rompimento com a denominação ou renovação da igreja. Queremos sim compartilhar com todo o corpo de Cristo que estamos caminhando na direção de multiplicação de discípulos e na conquista de territórios.
Diante do exposto podemos caminhar tranqüilamente para a apresentação do PROCESSO DE MULTIPLICAÇÃO DE DISCÍPULOS.
2. APRESENTAÇÃO DA VISÃO
“A visão é como um grande campo, sua vida como uma semente ; o quebrantamento é a semente plantada, e o entusiasmo é a água que a faz germinar”.
O PROCESSO DE MULTIPLICAÇÃO DE DISCÍPULOS é uma síntese de valores adotados pela Rede Ministerial, Igreja com Propósito e alguns princípios da Visão Celular como, por exemplo, o Encontro com Deus, que foram adaptados pelo Pr. Alexandre Macedo e a liderança da Primeira Igreja Batista em Inhaúma. O Processo de Multiplicação de Discípulos é dirigido por propósitos bíblicos tais como Adoração, Missões, Comunhão, Discipulado e Serviço.
A visão é basicamente dividida em três etapas, que são: o Encontro com Deus, a Escola de Discípulos e os Grupos de Crescimento. Por ser uma visão abrangente, generalista, pautada em princípios bíblicos e com um único objetivo de cumprir a ordenança do nosso Senhor Jesus Cristo de “Ide e fazei Discípulos” Queremos expandir a nossa visão para outras igrejas do Rio de Janeiro e do Brasil.
Para o êxito do Processo de Multiplicação de Discípulos é imprescindível que o pastor e toda a liderança da igreja sejam favoráveis e adeptos a visão, e é muito importante que toda a igreja desfrute de todas as etapas do processo.
É importante deixar claro que o Processo de Multiplicação de Discípulos tem como principal e único objetivo ganhar vidas, portanto os focos deste processo são novos convertidos e não membros ativos. Todavia como não é possível difundir uma idéia, sem antes experimentarmos e estarmos convictos desta idéia sugerimos que toda a igreja desfrute de todas as etapas do processo.
Criamos nosso modelo a partir de estudos nos seguintes modelos: Rede Ministerial, Igreja com Propósito, Igreja em células nos moldes “G-12 E G-5” E Grupos Familiares. Isto não quer dizer que negamos nossos símbolos de fé, nem tampouco adotamos outra constituição. Continuamos nos reunindo como igreja, realizamos assembléias gerais e em cordialidade e irmandade aos órgãos denominacionais, enquanto estes estiverem pautados por autoridade espiritual, constitucional e de justiça. Temos trabalhado na plantação de frentes de trabalho porque amamos a nossa denominação. Aliás, o modelo estratégico PROCESSO DE MULTIPLICAÇÃO DE DISCÍPULOS veio como resposta de oração para favorecer o crescimento de nossa querida igreja – PIBI. Há 2 anos, nossa equipe pastoral vinha orando e jejuando para que o Senhor nos desse um modelo estratégico para o crescimento da igreja.
3. UMA LEITURA DA ATUALIDADE
Os movimentos históricos em sua maioria e em qualquer nível aparecem alimentados pela situação vigente que contrariava os anseios da coletividade e em franca decadência, perpetuando-se graças ao autoritarismo ou outros instrumentos de intimidação. A história geral está repleta de exemplos e podemos, claramente, citar a Reforma Protestante que sinalizava para a decadência da Igreja contaminada de interesses estranhos ao evangelho de Cristo e sustentada por interesses políticos escusos. Cremos que os movimentos religiosos, em pequena ou larga escala, ganham corpo como vozes de insatisfação contra o cristianismo vigente incluindo a fragilidade das convicções doutrinárias e a distância entre a proclamação da verdade teórica e da praticidade da mensagem.
O PROCESSO DE MULTIPLICAÇÃO DE DISCÍPULOS é na sua essência Batista, bíblico e neotestamentário. Ele se une com aqueles que olham com reserva para as novidades surgidas, principalmente entre os nepentecostais, que têm deturpado os ensinamentos bíblicos reformados com a inclusão da filosofia humanista da confissão positiva; a rarefação da soberania de Deus com as orações de decreto; a ousadia da teologia da prosperidade que isntitui o comércio da fé; a afronta da doutrina da graça com o estabelecimento do mérito humano através dos rituais e corrente; a retirada do sermão como centralidade do culto transformando-o num programa de entretenimento; a quebra contínua de maldições de quem já recebeu a graça da cruz; a supremacia dos sentidos e das emoções em detrimento da ética cristã; a ausência de boa hermenêutica na leitura e entendimento do sagrado livro entre outras questões.
Contudo, temos aprendido a ler os movimentos denominacionais, também, como uma crítica à vivência do evangelho e uma profunda insatisfação no seio da igreja do Senhor, além de sempre apontar os perigos que as novidades trazem no seu arcabouço de ensinamentos, estamos nos permitindo fazer uma análise crítica do momento em que nossa denominação vive.
É neste espírito que fizemos e fazemos uma releitura dos modelos de discipulados ora em voga (como o “G-5” Do Canadá e os Grupos Familiares da Coréia), especialmente ao modelo da igreja em célula chamado também de “G-12”. Reconhecemos a necessidade de um avivamento genuíno no meio de nossa denominação para reacender a chama vocacional de pastores e líderes desestimulados e decepcionados vivendo uma mesmice espiritual agonizante; um avivamento genuíno da Palavra que traga o poder da cruz sobre a vida de pecado dos crentes cuja ética se mistura com a normalidade social; um avivamento que recoloque a vida das famílias e dos casais; um avivamento que coloque paixão por evangelização tão rarefeita em nossa comunidades; um avivamento que nos disponha a estudar seriamente as doutrinas bíblicas e deixando a Bíblia aberta; um avivamento que coloque homens santos nos púlpitos pregando o escândalo da cruz e que confronte a maçonaria, o adultério e a homossexualidade já presente no altar e com freqüência assustadora diante da mesa do Senhor; um avivamento que contradiga todas as doutrinas do evangelho de liquidação já presente no comércio da fé. Clamamos já há muito por este avivamento e temos aprendido, a ler na história dos movimentos, a oportunidade de fazer uma reflexão e tomar atitudes diante das conjunturas históricas.
Entendemos que é muito pouco nos limitarmos a apontar a fragilidade doutrinária do “G-12”, do “G-5”E dos Grupos Familiares da Coréia; precisamos apresentar respostas mais do que teóricas e/ou retóricas para o anseio do nosso povo. Já é tempo de sair do lugar cômodo de ensinar apenas “Aquilo que não é”; faz-se mister que digamos o que é, como fazer e fazer. Clamamos para que a nossa mensagem ultrapasse a boa hermenêutica nos tornando modelo para o rebanho, em piedade, em amor genuíno por Deus e uns pelos outros.
Esta inquietação atinge muitos pastores batistas no Rio de Janeiro e ouso dizer em todo Brasil, só na Bahia, em 2004, 22 igrejas foram desligadas da Convenção Batista (deve-se salientar que foram as 22 maiores igrejas). É a partir deste contexto caótico que estamos fazendo uma leitura do “G-12”, do “G-5”, dos Grupos Familiares da Coréia da Rede ministerial e da Igreja com Propósito para além de suas deficiências e nos perguntar por que não seria possível fazer o nosso G-12, o nosso G-5”, os nossos Grupos Familiares, a nossa Rede de Ministério e que a nossa Igreja tenha um Propósito, porque não realizarmos o nosso Encontro com Deus ou qualquer outro nome para este retiro de final de semana, e não termos em nossas igrejas uma Escola de Discípulos que realmente os forme. Este desabafo representa o pedido para que haja liberdade para quem quer sonhar com possibilidades dentro do prumo da Palavra, com responsabilidade diante de Deus e com liberdade de consciência.
Neste documento faz-se necessário para o bem da verdade, dizer que muitos pronunciamentos escritos têm falhado pelo pouco conhecimento da realidade da visão da igreja em célula. Esta visão não se limita ao Encontro com Deus, que talvez represente a menor parte todo o projeto. O centro da visão se fundamenta no discipulado e na Escola de Discípulos, o que será tratado adiante.
Finalmente, reafirmamos nossa disposição de unidade com respeito, nossa crença nas doutrinas bíblicas Batista e nossa cooperação denominacional e orientação, desde que coerentes com a Palavra de Deus que não afrontarão nossas consciências.
RESUMO DA NOSSA VISÃO METOLÓGICA
É Fundamental entendermos que a visão que adotamos como igreja não é uma nova revelação teológica ou doutrinária e sim, um MODELO ESTRATÉGICO com uma proposta específica para o crescimento numérico e qualitativo da igreja. Sendo assim, estejamos certos e tranqüilos de que não afetaremos, em nada, a nossa denominação.
O PROCESSO DE MULTIPLICAÇÃO QUE DEUS NOS DEU NÃO AFETA:
1º O GOVERNO ADMINISTRATIVO, porque o processo de Multiplicação de Discípulos é essencialmente espiritual.
2º A DOUTRINA, porque P.M.D. de um MODELO ESTRATÉGICO e não doutrinário.
3º A LITURGIA, porque o P.M.D. não se preocupa com isto.
Sou pastor Batista como vocês sabem, tenho implantado a visão em nossa igreja de uma igreja que quer multiplicar discípulos, e, por tudo que já tenho lido e visto, não vejo qualquer necessidade de deixar de ser um Batista com anseios profundos por um avivamento verdadeiro.
Criamos o nosso modelo a partir de estudos nos seguintes modelos, Rede Ministerial, Igreja Com Propósitos e a Visão Celular nos modelos G5 e G12. O fato de implantar o que julgo o melhor para a igreja quer dizer que neguei meus símbolos de fé, nem tão pouco adotei outra constituição.
Continuo reunindo meu rebanho, minhas assembléias gerais e em cordialidade e irmandade aos órgãos denominacionais enquanto estes estiveram pautados por autoridade espiritual, constitucional e de justiça. Amo a minha igreja e só quero o melhor para ela. Tenho trabalhado na plantação de novas frentes de trabalhos porque amo a minha denominação. Aliás, o MODELO ESTRATÉGICO PROCESSO DE MULTIPLICAÇÃO DE DISCÍPULOS Veio como resposta de oração para favorecer o crescimento da nossa querida igreja (PIBI). Há dois anos, nossa equipe pastoral vinha orando e jejuando para que o Senhor nos desse um modelo estratégico para o crescimento da igreja.
4. ESCADA DO ÊXITO
O PROCESSO DE MULTIPLICAÇÃO DE DISCÍPULOS é um modelo estratégico que basicamente se restringe a GANHAR, CONSOLIDAR, DISCIPULAR E ENVIAR.
Como Ganhar – ganha-se vidas para Jesus orando por elas e as evangelizando em qualquer lugar e de várias maneiras: em casa, no trabalho, na escola, na igreja (nos cultos), nas redes ministeriais, nos Grupos de crescimento etc.
Como CONSOLIDAR – Consolida-se um novo convertido amando-o de forma prática: falando com ele por telefone, pessoalmente estudando a Bíblia com ele e levando-o a participar de um retiro espiritual chamado ENCONTRO. Como? Fazendo quatro estudos bíblicos com ele, em um mês, uma vez por semana sobre conseqüências do pecado, a natureza pecaminosa de Adão e a nova proposta em Cristo, o projeto de Deus em Cristo e a nova realidade em Cristo Jesus. Em seguida, leva-o ao ENCONTRO, de preferência realizado pela própria igreja do novo convertido onde ele irá continuar servindo ao Senhor. No ENCONTRO, ele terá três dias pra reflexão e tratamento espiritual mediante palestras bíblicas ministradas, preferencialmente, pelo pastor da igreja e outros, por ele indicados.
Como DISCIPULAR – Não há como fazer alguém parecido com Jesus sem antes conhece-lo e não tem como conhece-lo senão por meio do que Ele fala de si mesmo ou falam sobre Ele, e isso, só na Bíblia. Logo, nada melhor que uma escola. No Processo, É Chamado de Escola de Discípulos. São quatro meses de estudo da Palavra de Deus trabalhando no caráter e moldando ao caráter do Senhor Jesus.
Como ENVIAR – espera-se que após nove meses de estudos, o novo convertido já tenha as condições mínimas necessárias para começar a produzir. Então, sob supervisão de alguém mais maduro, estará, efetivamente, trabalhando para ganhar outros. Espera-se que este novo irmão em Cristo, já comece também a liderar um grupo de crescimento.
5.ENCONTRO COM DEUS
Deve-se ser rigoroso e não permitir que alguém faça o encontro sem ministrado no Grupo de Crescimento.
De forma equivocada muitos acham que o Encontro com Deus é a principal etapa do Processo de Multiplicação de Discípulos. O Encontro é apenas o início do processo. É evidente que para o sucesso de todo o processo, o início é de fundamental importância. Mas a solidez do mesmo se figura na Escola de Discípulos. Por isso antes de quaisquer outras informações, precisamos ratificar algumas verdades, que se não forem bem observadas atrasam todo o processo, fazendo com que o mesmo se deforme atrapalhando toda a implantação do processo de Multiplicação de Discípulos (PMD):
O ENCONTRO COM DEUS é apenas a porta de entrada do PMD. Talvez, no máximo, represente 5% de todo o processo;
O ENCONTRO COM DEUS é parte do processo, mas não é o processo;
O ENCONTRO COM DEUS não deve ser usado como um “spa espiritual”;
O ENCONTRO COM DEUS é para novos convertidos. Crentes antigos podem participar do Encontro, contudo precisamos ter em mente que o Encontro foi desenvolvido pensando nos novos convertidos;
5 – As pessoas devem ser direcionadas ao Encontro, apenas depois de convertidas. Não há a necessidade de serem batizadas, porém não devemos entender que é no ENCONTRO que elas se decidirão.
5. PÓS-ENCONTRO
O Pós-Encontro, também pertencente à primeira fase do processo é outro recurso para que a visão da Escola de Discípulos seja ainda mais ampliada. O Pós-encontro amadurece o indivíduo e prepara-o para a guerra. Nele são fechadas as portas do contra-ataque do inimigo em cinco áreas específicas: família, que é a célula principal; amigos do passado, que têm muito peso nas decisões; saúde, que é uma porta vulnerável; finanças, que é uma área muito delicada; e mente, onde se travam os maiores combates. Quando a primeira fase está completa, começamos a caminhar para o sucesso do processo.
6. ESCOLA DE DISCÍPULOS
Acreditava os antigos que o coração era a sede das emoções e dos anseios. Até hoje usamos a expressão: “ do fundo do coração” para nos referirmos a algo que nos envolve emocionalmente. A Escola de Discípulos não é diferente. Ela é o coração do processo. O PMD depende da Escola da Escola de Discípulos para prosseguir, pois toca profundamente nos anseios de Deus e de Seu povo. A igreja da virada do milênio é uma igreja com muitos frutos, pois ao longo da história aprendeu, infelizmente com seus muitos erros. Andou sem direção, desunida, exclusivista, doente, amarga, disfuncional. Não era verdadeira no seu discurso, dizia uma coisa e fazia outra, falava uma coisa e fazia exatamente o oposto. Isto traumatizou o crédito e a fé dos seus membros e atrapalhou a sua atuação. O Processo de Multiplicação de Discípulos corrige esta deficiência e ao mesmo tempo reanima a fé do nosso povo.
Sem ela , a multiplicação dos Grupos de Crescimento entra em colapso pela falta de novos obreiros. A Escola de Discípulos é um treinamento prático que serve ao terceiro degrau da escada do êxito – DISCIPULAR. Ela dura nove meses e é dividida em dois níveis com duração de quatro meses e meio cada. São duas horas semanais de ministração, sendo uma aula com sentido doutrinário e um seminário.
7. OS GRUPOS DE CRESCIMENTO
Os grupos de crescimento não anulam a grande celebração. Os dois precisam existir em harmonia. Um sem o outro não é completo. A grande celebração é para o crente ouvir, e a reunião do Grupo de Crescimento é também para falar. A grande celebração é o tempo apropriado para o evangelismo de pessoas que não vão aos grupos de crescimento, é o lugar de recebermos uma só palavra, é o lugar de ensino doutrinário e diretivo ministrado pelo pastor. Os principais objetivos dos grupos de Crescimento são: Evangelismo, Edificação, Comunhão e Serviço.
EVANGELISMO
O grupo é o lugar onde inserimos novos membros. É também o lugar onde alimentamos, guardamos e suprimos os novos irmãos.
EDIFICAÇÃO
O grupo oferece o ambiente para o crescimento espiritual, aprendizado prático e disciplina em amor.
COMUNHÃO
Desenvolvimento de vida compartilhada, alvos comuns e aliança mútua entre todos os membros.
SERVIÇO
Cada crente é um ministro, e cada um recebe um dom, que são exercícios para o serviço mútuo.
A ESTRUTURA , FUNCIONAMENTO E VISÃO DOS GRUPOS DE CRESCIMENTO
(Grupos de Crescimento, Evangelismo e Edificação)
A igreja do Senhor Jesus está atualmente experimentando uma mudança de paradigma ao redor do mundo. Esta mudança está acontecendo na visão, estrutura, e funcionamento da Igreja Local, resgatando a prática da igreja primitiva de se reunir nos lares.
A visão da Igreja Neo-testamentária, porém era bem diferente. Na Igreja primitiva, os cristãos se reuniam nos lares, não como uma opção, mas porque o coração da Igreja Local e o centro de suas atividades era nos lares.
Esta mudança de paradigma tem sido chamada, por alguns, de Segunda Reforma. A Primeira Reforma, foi liderada por Martinho Lutero ao levar a Igreja de volta às suas origens doutrinárias baseadas somente na Palavra de Deus. Esta Segunda Reforma está levando a Igreja de volta às suas estruturas originais no sentido de restaurar a “Igreja no Lar” e colocar o ministério nas mãos do povo.
Quando uma Igreja local passa por esta Segunda Reforma, os grupos nos lares se tornam o coração daquela igreja. Este tipo de Igreja tem sido chamada de Igreja de Grupos de Crescimento (em contraste com a igreja com Grupos de Crescimento – onde os grupos são mais uma de muitas opções).
A célula na Primeira Igreja Batista em Inhaúma ganhou um DNA peculiar ao seu sonho: Crescimento, Evangelização e Edificação, por isso, doravante toda vez que os líderes se reportarem à célula, estarão falando de Grupos de Crescimento, ou simplesmente GC’s
Tudo acontece através dos Grupos de Crescimento:
Ensino da Palavra, Evangelismo, Edificação, Treinamento, Visitas, Acompanhamento aos Novos Convertidos etc...
OS OBJETIVOS DOS GRUPOS DE CRESCIMENTO
Fortalecer a Igreja Local
Edificação dos membros
Oração
Desenvolver comunhão genuína e verdadeira
Proporcionar cuidado pastoral
Promover a edificação dos alcançados
Ação social
Cumprir a Grande Comissão
Multiplicação
O Grupo de Crescimento é a própria vida da igreja. O pastor ensina, treina e equipa a Igreja para que todos efetuem o ministério.
Líderes são formados através de treinamento e da experiência prática, trabalhando e produzindo frutos nos GC’s.
Nos GC’s usufruímos de comunhão, mas a ênfase é : novas pessoas. Então, a integração dos novos convertidos acontecerá naturalmente nos GC’s.
AS CINCO FUNÇÕES DOS GRUPOS DE CRESCIMENTO
Evangelismo e Integração
Pastoreamento e Edificação
Comunhão
Treinamento de Líderes
Crescimento e Multiplicação
GRUPOS DE CRESCIMENTO É A IGREJA NAS CASAS
Como célula do corpo humano os GC’s crescem e multiplicam formando novos grupos.
Nos grupos de crescimento temos adoração, intercessão, evangelismo, integração, edificação, treinamento de líderes, comunhão e assistência social.
8. REDES MINISTERIAIS
A Visão do Processo de Multiplicação de Discípulos funciona através de redes ministeriais. Na Primeira Igreja Batista em Inhaúma as redes estão organizadas em: A rede de homens, de mulheres, casais, jovens, adolescente e crianças.
Os grupos homogêneos permitem que as pessoas com o mesmo tipo de interesses e necessidades aprendam e cresçam juntas. Assim juntamos pessoas que falam a mesma linguagem e têm identidades comuns. O Evangelho é comunicado de forma mais eficaz através destas associações homogêneas.
Este princípio já é bem conhecido no ministério de jovens. Os mais jovens têm interesses comuns que lhes permitem identificar-se uns com os outros. Isto acontece através da música, estilo, modas e mentalidade. É mais eficaz ministrar a este grupo através de um contexto de Ministério Juvenil.
O mesmo princípio funciona também com as Senhoras, e essa é a razão porque existem hoje tantos ministérios femininos. Quando as mulheres se juntam acontece uma dinâmica especial que lhes permite ministrarem umas as outras.
O mesmo princípio é verdadeiro para os ministérios de homens. Eles sentem-se melhor na companhia de outros homens que compartilham o mesmo tipo de desejos, lutas e necessidades.
O princípio é o de fazer discípulos semelhantes ao mestre. Quando você discipula outros está-se a reproduzir neles. Os 12 discípulos de Jesus eram todos homens apesar de Ele ter muitas mulheres que o seguiam. De facto as mulheres até foram muitas vezes as mais leais e fiéis apoiantes do Seu Ministério, apoiando-o com provisão e de formas práticas. Jesus elevou as Senhoras a uma posição importante no ministério, mas os seus doze discípulos eram todos homens.
O princípio dos Grupos Homogêneos não significa que separamos a Igreja por sexo, ou idade, mas sim que homens, mulheres, jovens e crianças tomam o seu lugar no processo de discipulado no corpo de Cristo de forma homógena. Eles se vão tornar melhores esposos, esposas, pais, mães e filhos. As celebrações e cultos de Igreja são para toda a gente. A Igreja é uma família e as famílias dever estar juntas.
CONCLUSÃO
A revelação de Deus é progressiva. Ele nunca nos dá tudo de uma vez. Fazer sua obra é como andar de carro à noite, com os faróis ligados. À medida que avançamos, vamos conhecendo mais detalhes do caminho.
Estamos adotando estratégias que têm sido bem sucedidas em muitas igrejas ao redor do mundo, inclusive no Brasil. Recebemos uma visão como algo vindo dos céus para nós. Somos gratos a Deus pela vida de David Cho, Pr. César Castelhanos, Pr. René Terranova e todos os homens que Deus tem levantado neste tempo apresentando para nós modelos eclesiásticos. Estamos tentando seguir através do Processo de Multiplicação de Discípulos a metodologia adotada pelo G-12, mas entendendo, porém, que cada povo tem uma história e adaptações precisam ser feitas à nossa realidade.
Ao longo da nossa caminhada pelo Processo de Multiplicação de Discípulos, vamos descobrir muitas coisas e, talvez, errar algumas vezes. Vamos ter que fazer adaptações, reavaliações e ajustes. Mas estamos seguros de que o Espírito Santo sempre estará conosco, mostrando o caminho, desde que o busquemos todo o tempo... Esta é a nossa missão, o modelo por si só não garante êxito, aliás o processo de multiplicação de discípulos representa 20% de toda visão os outros 80% da visão do Processo de Multiplicação de Discípulos é a nossa consagração para sermos usados pelo Espírito Santo na tarefa de ganharmos almas.
Não acreditamos em exclusivismos. Não somos dos que propagam que esta é “a” visão de Deus e todas as outras não são. A sabedoria do Senhor é multiforme e ninguém tem toda a verdade. Precisamos aceitar que Deus usa os meios que desejar, e que ninguém, deve arvorar para si a idéia que tem a última verdade em termo de revelação.
O G-5, G12, igreja com propósitos, Rede ministerial etc. São modelos que tem abençoados vidas pelo mundo e com certeza continuarão abençoando. O nosso Reino é muito maior do qualquer visão e a nossa luta não é contra a carne nem contra o sangue, mas contra o diabo e seus anjos.
O que cremos sim é que o Processo de Multiplicação de Discípulos é uma graça dada por Deus para nossa igreja e outras que estão nesta caminhada com a PIB em Inhaúma. Estamos nos preparando para a última colheita (Maranata ora vem Senhor Jesus). Aqueles que o abraçarem com oração e paixão terão sua descendência multiplicada como as estrelas do céu, como a areia da praia.
No amor do Senhor Pr. Alexandre Macedo de Oliveira
A MAIOR DE TODAS AS JUSTIFICATIVAS
É assim, prezados e dignos colegas, que tenho visto e analisado esta obra social de grande dimensão, desprovida do assistencialismo puro e simples, mas certamente sedimentada na ampla, rica e incomparável cultura bíblica.
O que sobreleva nesta obra social de grande envergadura e profundidade é o trato da questão social como um todo. Os líderes desta Igreja têm visão de conjunto, de quem, baseado em sólidos conceitos e observações subjetivas, não se circunscreve a observar passivamente as mazelas de seu tempo, mas ao revés, atira-se à ação participativa indo de encontro ao problema para levar a melhor das soluções que é DEUS.
Dignos legisladores que compõem esta histórica Casa, vivenciamos um momento social e moral alarmante, não só em nosso Estado, não só em nosso País, mas no mundo inteiro. Diariamente constatamos uma parcela expressiva da nossa juventude enveredada pelos tortuosos caminhos das drogas, do desamor, do desrespeito ao próximo e à DEUS e, ainda, atônitos, presenciamos estarrecidos, a fragmentação da família como instituição divina e como célula mater da sociedade. É uma realidade que dia-a-dia agride nossa consciência de homens de bem, de chefes de família e, sobretudo de cidadãos voltados para a causa pública.
O que pretendo justificar com tais incisivas e contundentes considerações? Pretendo valorar e honrar a quem efetiva a verdadeiramente honra (honra à família, honra à DEUS, honra ao próximo, honra à sociedade). Com esta manifestação de gratidão e de justiça, cumpro preceito bíblico.
Conceder esta honraria é ato de justiça. Esta , ressalta-se, é uma Casa de Leis, e leis e justiça são conceitos que andam de mãos dadas, são inalienáveis.
Façamos então justiça, porque o amor à política é a política de amor à justiça.
PROJETO DE LEI Nº 359/2007
EMENTA:
DISPÕE SOBRE A OBRIGATORIEDADE DE AFIXAÇÃO DE CARTAZES, COM OS NÚMEROS DOS TELEFONES ÚTEIS DE ATENDIMENTO A CRIANÇA, AO ADOLESCENTE E AO IDOSO, EM TODAS AS REPARTIÇÕES PÚBLICAS ESTADUAIS.
Autor(es): Deputado MARIO MARQUES
A ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
RESOLVE:
Art. 1º - Ficam as repartições públicas estaduais, obrigadas a afixar em local visível e de fácil acesso ao público, cartazes com os números dos telefones úteis de atendimento a criança, ao adolescente e ao idoso.
Justificativa:
Em nosso estado tem elevado o número de casos envolvendo a violação dos direitos relativos a proteção da criança, do adolescente e do idoso.
A ampla falta de divulgação de telefones úteis de órgãos de proteção tem gerado, também, a impunidade e o descaso no atendimento às vítimas de maus tratos.
O acesso às informações não só é um direito constitucionalmente garantido, como também é um instrumento eficaz do exercício de cidadania e de fortalecimento das instituições que compõem o Estado Democrático de Direito.
Neste sentido, em que pese o esforço empreendido pelos órgãos de defesa e de proteção aos direitos da criança, do adolescente e do idoso em disponibilizar linhas telefônicas para o público em geral, o processo de divulgação tem se mostrado totalmente insuficiente em face da grande demanda existente, principalmente nas repartições publicas estaduais.
No intuito de solucionar os problemas acima comentados, e tornar mais eficiente e mais célere o processo de divulgação dos telefones úteis nos órgãos do poder público estadual, é que apresento a esta casa de leis o presente projeto.
PROJETO DE LEI Nº 373/2007
EMENTA:
DISPÕE SOBRE A REALIZAÇÃO CURSO DE COMPROVAÇÃO DE CAPACIDADE TÉCNICA E DE APTIDÃO PSICOLÓGICA PARA O MANUSEIO DE ARMA DE FOGO NAS CONDIÇÕES QUE ESPECIFICA E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.
Autor(es): Deputado RENATA DO POSTO
A ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
RESOLVE:
Art. 1° - Esta lei dispõe sobre a realização de curso de capacitação técnica para manuseio, a aquisição, o porte e a identificação de munição de armas de fogo no Estado do Rio de Janeiro em face do exposto no Artigo 4° e § 1°,I do Artigo 10 da Lei Federal 10826/2003.
Justificativa:
A lei federal que trata do Sistema Nacional de Armas prevê no § 1º, I do Artigo 10 que o porte de armas pode ser concedido, com eficácia temporal e territorial limitada no caso de necessidade comprovada no exercício de atividade profissional de risco ou ameaça à integridade física, além de comprovar esta necessidade e outros requisitos legais, o interessado tem que comprovar a capacidade técnica e aptidão psicológica para o manuseio de arma de fogo, mas não cita como será esta capacitação, desta forma proponho que esta capacitação seja realizada na Academia de Policia Civil, porque tem a tradição e o melhor preparo para formar e instruir pessoas no manuseio de armas, pois, forma os policiais de nosso estado que é a nossa linha de frente no combate a violência que sofremos dia a dia, desta forma a finalidade desta lei é melhor preparar e padronizar a formação dos cidadãos que buscam este serviço.
PROJETO DE LEI Nº 389/2007
EMENTA:
VEDA O USO DA EXPRESSÃO "BOA APARÊNCIA" OU EQUIVALENTE EM ANÚNCIOS DE RECRUTAMENTO DE PESSOAL PARA OFERTAS DE EMPREGO, NA IMPRENSA ESCRITA, FALADA, TELEVISIVA OU EM QUALQUER MEIO ELETRÔNICO.
Autor(es): Deputado GILBERTO PALMARES
A ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
RESOLVE:
Art. 1º - Fica vedado o uso da expressão "boa aparência" ou equivalente em anúncios de recrutamento de pessoal para ofertas de emprego, na imprensa escrita, falada, televisada e em qualquer meio eletrônico.
Justificativa:
Trata-se de Projeto de Lei que “VEDA O USO DA EXPRESSÃO "BOA APARÊNCIA" OU EQUIVALENTE EM ANÚNCIOS DE RECRUTAMENTO DE PESSOAL PARA OFERTAS DE EMPREGO, NA IMPRENSA ESCRITA, FALADA, TELEVISIVA OU EM QUALQUER MEIO ELETRÔNICO.”
A inclusão da Igualdade e Cidadania como área temática dentro da Iniciativa de Justiça reflete o desejo de promover a igualdade para grupos vulneráveis e o reconhecimento de que muitas vezes as raízes dos problemas de direitos humanos são lutas entre conceitos concorrentes de cidadania. Há projetos que combatem a discriminação contra minorias raciais e étnicas e mulheres, e promovem os direitos de não-cidadãos. Muitos não-cidadãos são membros de grupos de minorias raciais e étnicas. A despeito da substancial sobreposição entre esses campos, muitas vítimas de discriminação racial, étnica e de gênero são cidadãos, enquanto alguns dos problemas mais significativos com que se defrontam os não-cidadãos não estão diretamente ligados à discriminação.
A discriminação, por uma ampla e crescente série de razões, é proibida por lei, tanto nacional como internacional. As lutas por igualdade racial e de gêneros têm seguido por caminhos diferentes, e ainda estão longe de terminadas, enquanto as leis e políticas que asseguram a igualdade continuam sendo refinadas, impulsionadas em tamanho pelo entendimento, ainda em desenvolvimento, de que não é só uma questão de legislação. No entanto, o desenvolvimento de um consenso internacional sobre discriminação está bem adiantado.
Neste sentido, ressalte-se que a declaração Universal dos Direitos do Homem, aprovada pela Assembléia Geral das Nações Unidas, em 10 de dezembro de 1948, prevê em seu “Artigo I que todos os homens nascem livres e iguais em dignidade e direitos. Já em seu Artigo XXIII prevê que todo homem tem direito á livre escolha de emprego, a condições justas e favoráveis de trabalho...”
Seguindo este sentido norteador, a CRFB dispõe no IV do seu Artigo 3º que constitue objetivo fundamental da República Federativa do Brasil "promover o bem de todos, sem preconceito de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação". Já o caput do artigo 5º dispõe que "Todos são iguais perante a Lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros a inviolabilidade dao direito à vida, à liberdade, à iguladade, à segurança e à propriedade".
Pelo acima exposto, entendemos que a presente Proposição vem de encontro aos postulados de um Estado Democrático de Direito, razão pela qual conclamamos todos os representantes do povo Fluminense a aprovar este Projeto de Lei.
PROJETO DE LEI Nº 391/2007
EMENTA:
ACRESCENTA O ART.1-A A LEI Nº 4843, DE 13 DE SETEMBRO DE 2006.
Autor(es): Deputado GILBERTO PALMARES
A ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
RESOLVE:
Art. 1º - Acrescente-se o Art. 1-A a Lei nº 4843, de 13 de setembro de 2006.
"Art.1-A - Os Poderes Legislativo, Executivo e Judiciário poderão realizar atividades que contribuam para o avanço da tolerância religiosa, no Estado do Rio de Janeiro."
Art. 2º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.
Justificativa:
Trata-se de Projeto de Lei que "ACRESCENTA O ART.1-A A LEI Nº 4843/2006, DE 13 DE SETEMBRO DE 2006", facultando aos Poderes Legislativo, Executivo e Judicário realizar atividades que promovam a tolerância religiosa no Estado do Rio de Janeiro.
Ao aprovar a Lei nº 4843/2006 a Exma. Governadora do Estado do Rio de Janeiro vetou parcialmente a Lei, no que tange ao disposto no parágrafo único do texto, que segue abaixo transcrito: "O que motivou a minha decisão de vetar o Projeto de Lei de forma parcial não se pauta no mérito, mas sim em aspectos de inconstitucionalidade.
É que o Projeto, no parágrafo do Art.1º,ofende ao cânone constitucional da indepência e harmonia entre os Poderes do Estado, postulado fundamental do estado Democrático de Direito, insculpido no Art. 7º da Constituição Fluminense e no Art. 2º da lei Maior, pois configura uma verdadeira autorização ao Executivo".
Contudo, o atual Projeto de Lei ao utilizar o verbo "poderão" está determinando que cada Poder do Estado terá a faculdade de promover as atividades, e não a obritoriedade de realizá-las, o que adequa o referido Projeto Lei ao princípio constitucional da harmonia entre os Poderes.
Cabe ressaltar que historicamente o ódio embasado no preconceito de base religiosa tem sido a mola propulsora de inúmeros atos violentos e de verdadeiras tragédias para a humanidade. O holocausto, que vitimou cerca de 6 milhões de judeus, e a Inquisição medieval, são exemplos históricos de como a intolerância religiosa pode gerar atos de violência concreta que podem vitimar injustamente milhões de inocentes, cuja única culpa é a de professarem uma fé distinta da de seus algozes.
É importante dizer que além de contar com toda a legitimidade constitucional, a presente proposição permite a integração entre as religiões, seja ela católica, evangélica, judaica, muçulmana, espírita, budista, etc... , pois através da promoção de atividades promoveremos o respeito ao próximo que é tarefa de todo e qualquer cidadão, seja ele religioso ou não.
Neste sentido, conclamamos todos os membros do parlamento deste estado a trabalharem em conjunto para a pronta aprovação do presente Projeto de Lei.
PROJETO DE LEI Nº 392/2007
EMENTA:
CONCEDE ÀS GESTANTES EM SITUAÇÃO DE ALTO RISCO MATERNO OU FETAL OS BENEFÍCIOS DA LEI N°. 4510/2005.
Autor(es): Deputado MARCELO FREIXO
A ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
RESOLVE:
Art. 1° - Fica assegurado às mulheres em gestação considerada de alto risco materno ou fetal o direito de obtenção do "vale-social" de que trata a lei estadual n° 4.510, de 13 de janeiro de 2005.
Justificativa:
A presente proposição se baseia, antes de tudo, na Constituição do Estado do Rio de Janeiro, que em seu art. 294 dispõe que:
Art. 294 - O Estado garantirá assistência integral à saúde da mulher em todas as fases de sua vida através da implantação de política adequada, assegurando:
I - assistência à gestação, ao parto e ao aleitamento.
Em segundo lugar, a proposição ora apresentada visa proporcionar resposta a um problema real e urgente, qual seja, o do atendimento adequado às gestantes de alto risco, sobretudo aquelas residentes no interior do estado, que têm de acorrer às unidades de referência instaladas na capital, uma vez que os municípios onde residem não possuem recursos (de toda ordem) para acompanhá-las, encaminhando as gestantes para serem atendidas na capital.
Segundo levantamento realizado pelo Instituto Fernandes Figueira, cada uma das unidades públicas de atendimento às gestantes de alto risco (na capital elas são, ao todo, sete) atende, anualmente, pelo menos 1.000 gestantes. 36% delas residem fora da capital, e mais de 50% provém de famílias cuja renda familiar é de até 3 salários mínimos mensais, apresentando reais dificuldades no que tange ao custo do transporte para deslocamento de sua residência até a unidade de saúde. Tal dificuldade tem comprometido o acompanhamento pré-natal, uma vez que, nos casos de risco, o mesmo exige retornos freqüentes à unidade de saúde para realização de exames e consultas.
Já é um consenso técnico e político o caráter indispensável do acompanhamento pré-natal, cuja importância é ainda mais pronunciada nos casos de risco. Com ele podem-se reduzir os casos de mortalidade no período perinatal, de prematuridade, de nascimento de crianças com baixo peso, de crescimento intra-uterino restrito, entre outros. O investimento feito pelo estado do Rio de Janeiro em tal programa previne diversos custos financeiros (ao reduzir períodos de internação da gestante ou recém nascido e os tratamentos que podem se prolongar por anos), sociais (aumento da qualidade de vida; prevenção do abandono) e familiares (fortalecimento dos vínculos entre pais e filhos). Trata-se, pois de uma medida que efetiva os direitos à saúde, das mulheres e das crianças e adolescentes.
Poder-se-ia argumentar a já existência de programa análogo no SUS, a saber, o Tratamento Fora de Domicílio (TFD), operado via Secretarias Municipais de Saúde. Este programa, apesar de útil e necessário, tem se revelado deficiente para atender à demanda que ora se apresenta, uma vez que não contempla as gestantes que residam a menos de 50 quilômetros da unidade de saúde (excluindo grande parte daquelas residentes na região metropolitana do Rio de Janeiro). Além disso, não há disponibilidade do TFD nos fins de semana e fora do horário comercial, excluindo situações de urgência e emergência, que são previsíveis em gestações de risco. Por fim, o TFD não contempla o agendamento do transporte em curto espaço de tempo, o que também constitui algo freqüente no acompanhamento pré-natal.
A previsão do deferimento do "vale-social" também ao acompanhante se justifica a fim de viabilizar a participação paterna ao longo do atendimento pré-natal, ou de outra pessoa que constitua base de apoio à gestante, o que se faz necessário até mesmo em vista da possibilidade de recebimento de diagnósticos desfavoráveis, bem como de mal estar ou desmaios ao longo das viagens (que podem envolver várias horas) entre a residência da gestante e a unidade de saúde.
O sistema de emissão e concessão de “vale social” instituído pela lei estadual 4510, de 2005, constitui o mecanismo mais adequado para o atendimento da situação que ora se apresenta. Uma vez que já se encontra em operação, tendo procedimentos definidos e conhecidos, a sua extensão ao caso da presente proposição é bastante simples, do ponto de vista operacional. De outro lado, a concessão dos benefícios da lei 4510 às gestantes de risco está inteiramente de acordo com o espírito da referida lei, que visa garantir atendimento médico continuado a pessoas que, caso o interrompam, correrão risco de vida. Trata-se, pois, de dar o mesmo tratamento a pessoas que se encontram diante da mesma situação, em acordo com os princípios jurídicos da isonomia, da analogia e do interesse público. Por fim, em atendimento aos dispositivos constitucionais, a presente proposição menciona a fonte de custeio da isenção que se pretende instituir.
Deputado Marcelo Freixo
PROJETO DE LEI Nº 396/2007
EMENTA:
AUTORIZA O PODER EXECUTIVO A REALIZAR CONVÊNIOS COM OS MUNICÍPIOS DE SUA BASE TERRITORIAL, DE QUE TRATA ESTA LEI E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.
Autor(es): Deputada APARECIDA GAMA
A ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
RESOLVE:
Art. 1º - Fica o Poder Executivo autorizado, por ato próprio, promover convênio de remoção de cadáveres, para unidade competente do Instituto Médico Legal (IML) ou equivalente, quando for o caso, com os Municípios de sua base territorial.
Justificativa:
Os pequenos Municípios do Estado do Rio de Janeiro, não dispõe de serviços próprios do Instituto Médico Legal (IML) em suas bases territoriais e nem mesmos de Médicos Legistas residentes.
Sempre que surgem as necessidades de remoção de cadáveres para autopsia, nestes pequenos Municípios, as remoções são para um dos IML’s que distam mais de 100 KM e ficam os corpos aguardando nos locais por mais de 5 (cinco) horas e após a remoção o retorno levam outras 5 (cinco) horas.
As famílias enlutadas e porque não dizer todos os moradores destas pequenas cidades, ficam consternados com esta situação de extremo constrangimento e dor.
PROJETO DE LEI Nº 401/2007
EMENTA:
PROÍBE A UTILIZAÇÃO DE UNIFORMES SIMILARES OU DE COR IDÊNTICA AO DA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO POR QUALQUER OUTRA INSTITUIÇÃO PÚBLICA OU PRIVADA NO ÂMBITO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.
Autor(es): Deputado ZITO
A ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
RESOLVE:
Art. 1º - Fica proibido o uso de uniformes similares ou de cor idêntica ao da Policia Militar do Estado do Rio de Janeiro, por instituições públicas ou privadas no âmbito do Estado do Rio.
Justificativa:
O Projeto em epígrafe tem por objetivo organizar as corporações públicas e as empresas que prestam serviços de segurança e vigilância em nosso Estado, de maneira que não venham a confundir a população no reconhecimento e distinção do Policial Militar.
Pelo motivo acima elencado é que peço a meus pares apoio para a aprovação desta propositura.
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