INSTITUI 18 DE MAIO COMO O DIA DA IGREJA EVANGÉLICA KAIRÓS.

Número do projeto: 
315/2009
Data de apresentação: 
Ago 2009

PROJETO DE LEI Nº 315/2009

INSTITUI 18 DE MAIO COMO O DIA DA IGREJA EVANGÉLICA KAIRÓS.

Autora: Vereadora Nereide Pedregal

A CÂMARA MUNCIPAL DO RIO DE JANEIRO.

D E C R E T A :

Art. 1º - Fica instituído o dia 18 de maio como o dia da Igreja Evangélica Kairós que constará também do calendário oficial da cidade.

Art. 2º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

Plenário Teotônio Villela, 20 de agosto de 2009.

NEREIDE PEDREGAL
VEREADORA- P D T

Justificativa: 
JUSTIFICATIVA Este Projeto de Lei tem por finalidade referenciar a importância da Igreja Evangélica Kairós, fundada em 18 de maio de 2003, com sede à Rua Clarimundo de Melo, 1.100 F – Quintino Bocaiúva - Rio de Janeiro – RJ. O objetivo é conscientizar a população sobre as obras de Deus, reconhecendo o mérito e o esforço dos dirigentes e membros dessa Igreja. A MAIOR DE TODAS AS JUSTIFICATIVAS É assim, prezados e dignos colegas, que tenho visto e analisado esta obra social de grande dimensão, desprovida do assistencialismo puro e simples, mas certamente sedimentada na ampla, rica e incomparável cultura bíblica. O que sobreleva nesta obra social de grande envergadura e profundidade é o trato da questão social como um todo. Os líderes desta Igreja têm visão de conjunto, de quem, baseado em sólidos conceitos e observações subjetivas, não se circunscreve a observar passivamente as mazelas de seu tempo, mas ao revés, atira-se à ação participativa indo de encontro ao problema para levar a melhor das soluções que é DEUS. Dignos legisladores que compõem esta histórica Casa, vivenciamos um momento social e moral alarmante, não só em nosso Estado, não só em nosso País, mas no mundo inteiro. Diariamente constatamos uma parcela expressiva da nossa juventude enveredada pelos tortuosos caminhos das drogas, do desamor, do desrespeito ao próximo e à DEUS e, ainda, atônitos, presenciamos estarrecidos, a fragmentação da família como instituição divina e como célula mater da sociedade. É uma realidade que dia-a-dia agride nossa consciência de homens de bem, de chefes de família e, sobretudo de cidadãos voltados para a causa pública. O que pretendo justificar com tais incisivas e contundentes considerações? Pretendo valorar e honrar a quem efetiva a verdadeiramente honra (honra à família, honra à DEUS, honra ao próximo, honra à sociedade). Com esta manifestação de gratidão e de justiça, cumpro preceito bíblico. Façamos então justiça, porque o amor à política é a política de amor à justiça.